segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Pensando na vida (de cão)

Que ser insignificante né? Quantos cachorros nós vemos todos os dias? Quantos nós enxergamos? Mas o homem é realmente muito ocupado pra perceber a presença de um cachorro, claro. Por quê o homem, animal racional, se preocuparia com um cachorro se há tanto dinheiro pra se ganhar, tanta festa pra ir, tanto pneu pra queimar, tanta floresta pra se devastar, tanta água pra poluir... É, o homem não precisa mesmo se preocupar com o cachorro, a menos que seja um Pit Bull, né? Pit Bull mata, morde criancinha e dono carinhoso. Então é assim, se não for cachorro de raça não precisa se preocupar, ele come qualquer coisa e nem precisa vacinar, é de rua mesmo... Nesse caso é o cachorro que deve se preocupar com o homem, o poderoso Homo sapiens, o bicho que diz que cachorro não pensa, que é irracional. Olhando bem, é verdade, cachorro não pensa. Não em gastar dinheiro, em comprar roupa de grife, em roubar o relógio da mãe pra comprar maconha, crack ou cocaína. É brohter, a coisa tá feia pra cachorro do rabo fino... Cachorrinho que não se cuidar vai virar sabão.

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